Memórias de um verão sórdido…

Esses dias andam estranhos. Oscilando entre estranho bom e estranho ruim. Nenhum travesti me bulinou nas estradas da vida, mas também nenhuma loira bêbada me levou pra um motel. Se você analisar, você percebe que tá bem normal. MAS É AÍ QUE TÁ, AQUI QUEM FALA É O AMAURI MINHA GENTE, O CARA QUE SÓ SE FODE. Dias onde rolam coisas normais são raros na vida desse que vos fala.

As coisas andam paradas. Paradas mesmo. O quê me levam a crer que a maré “amaurilesca” (esse é o nome que eu dei pra onda de azar) tende a começar logo. Ainda mais que hoje rola um show. Amauri em show é sinônimo de fudelança, gravem o quê eu digo, vai ter post amanhã.

Bem, agora que minha atual rotina tá explicada, vou contar uma histórinha batuta . Algo retirado dos recantos mais sombrios da minha mente.

Tudo começou num verão muito, muito distante…

Num lugar Chamado Sesi escola, se encontrava este que vos fala. Um gordinho sacana pronto pra zuar em mais uma colônia de férias do colégio.

Naquela época a colônia de férias do sesi era boa. E não só alunos do sesi participavam, qualquer um podia entrar na bagaça. Bem, basicamente a colônia era, ir de manhã, zuar, e voltar à noite. Tinha uma penca de coisa pra fazer e tal, e assim, depois de uns 3 dias indo de manhã e voltando pra casa de noite, tinha o penúltimo dia. Que basicamente era você se preparar pra dormir lah pro último dia. Enquanto na madrugada rolariam atividades.

Bem, eram tudo flores… ou quase. Como todo lugar, tinham uns babaquinhas por lá. Uns moleques completamente retardados que na hora de dormir não deixavam o povo pegar no sono. Incluindo este que vos fala.

Eu fiquei irritado com aqueles moleques, e como todo bom filho da puta fiquei pensando num jeito de fazer eles pagarem pela sacanagem. Eu podia chutar a bunda deles, mas eles eram bem maiores, na época eu tinha 10 anos eu acho, num ia guentar um soco daqueles moleques. Então esperei eles se aquietarem e fiquei ouvindo a conversa.

Cara, os muleques tavam falando das meninas da colônia. Coisas de homem, mas que não soariam nada bem ao chegar no ouvido das gurias.

Coisas como “bunda enorme”, “gostosa” e outras coisas muito mais obscenas que eram uma prato cheio pra mim, que só ouvia em silêncio enquanto planejava minha vingança.

No outro dia de manhã, todo mundo tava sentado no pátio, tomando o café da manhã numa rodinha no chão, meninos e meninas juntos, conversando. Foi aí senhoras e senhores, que o caro maurizito docês sacaneou aqueles que haviam o sacaneado:

“Ô MENINAS, TENHO ALGO A CONTAR PRA VOCÊS…”

Não atrapalhe meu sono. Grato.

Com certeza, foi uma manhã muito proveitosa senhores.

Fortes abraços, amauri.

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1 Response to “Memórias de um verão sórdido…”


  1. 1 cami 01/12/2010 às 18:42

    kkk gostei!! 😀


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